A indústria da música continua tentando controle total.
Se você quer ter uma música para ouvir quando quiser:
Compra o CD na loja
Grava a música da rádio
Compra e baixa a música online
Não compra e baixa a música online
Nas quatro opções, a influência da gravadora se limita às duas primeiras? Com lojas como a do iTunes os músicos na prática não precisam mais de gravadoras. Ou não?!
Mesmo podendo gravar e distribuir músicas sem as gravadoras, os músicos ainda precisam da máquna promocional das grandes gravadoras. Recentemente temos visto que os grandes selos agora distribuem músicas de graça online. Ficaram bonzinhos? Claro que não, apenas mudaram os contratos.
Uma modalidade de contrato conhecida como 360 (360 graus, uma volta completa) está cada vez mais "obrigatória", e com ela a gravadora passa a também ter participação em todas as atividades do músico: vendas de CDs, show ao vivo, toques de celular, licenciamentos da marca/nome, etc. Sem precisar se concentrar nos mega-sucessos, as gravadoras podem colher lucros a longo prazo e de maneira mais diversificada.
Muitos músicos estão optando por essa modalidade porque assim garantem mais exposição para seu trabalho nos grandes veículos de comunicação e canais de mídia, enquanto outros preferem continuar promovendo suas músicas de maneira independente.
É uma questão de escolha individual, mas a pressão das gravadoras é grande. Para os músicos é uma espécie de escravidão remunerada.
Janelas que mudam de cor e opacidade são o futuro da decoração.
A tecnologia se chama PDLC (polymer dispersed liquid crystal) e já é utilizada em escritórios, hotéis e restaurantes. Em breve também veremos em casas e novos condominios de luxo. O processo é simples: quando a janela está eletricamente carregada ela se torna transparente. Um dos maiores fabricantes do mundo é coreano, a Stanley Glass. A Coréia domina inúmeras tecnologias relativas a cristais líquidos.
No Brasil, um dispositivo que muda de cor ao receber impulsos elétricos, desenvolvido pelo Laboratório de Polímeros Condutores e Reciclagem, do Instituto de Química (IQ) da Unicamp, também pode se converter numa das comodidades da casa do futuro. Diferente de protótipos em estudo nos EUA e na Europa, desenvolvidos em lâminas de vidro que substituem as janelas convencionais, o dispositivo da Unicamp por ser flexível e delgado, pode ser colado sobre as vidraças, dispensando a substituição da janela.
Usar esse tipo de janela, mesmo demandando consumo de energia, pode se tornar muito mais econômico em lugares frios, onde o uso de aquecedores elétricos se tornou um grande problema.
Piratas sexy e animais ferozes ganham as ruas na pele de fãs de ilustradores brasileiros.
A comunidade online DeviantArt é famosa por inspirar pessoas criativas ao redor do mundo, mas o escritor Chris Metzger foi além: ele tatuou um de seus desenhos favoritos, "Pirate", do ilustrador brasileiro Lubasa, de Ribeirão Preto. O resultado final ficou ótimo, mas na versão tatuada há algumas pequenas modificações, como o tamanho menor dos seios da pirata!
Outra fera do Brasil que também já teve suas ilustrações tatuadas é o ilustrador Mario Alberto, chargista do jornal Lance. Torcedores do Flamengo, Botafogo, Atlético Mineiro, Corinthians, e outros times já gravaram no corpo o talentoso e sempre inspirado traço do Mario.
Produções européias só chegam aqui nas suas "versões" americanas.
Assistindo TV descobrimos que o filme "Sem reservas" de 2006 com a Catherine Zeta-Jones é na verdade uma refilmagem de um filme alemão de 2001, "Bella Martha".
Os produtores dos EUA seguem aquela velha mentalidade norte-americana de não ler legendas, então é mais fácil refazer em inglês, como em "Três Solteirões e um bebê"(1987)/"3 hommes et un couffin"(1985), "Vanilla Sky"(2001)/"Abre los ojos"(1997) e tantos outros. É patético sermos "forçados" a assistir refilmagens, mas é lucrativo para o mercado norte-americano. Porém, culturalmente saímos perdendo.
Estando no Brasil não tem como não nos sentirmos idiotas por assistir uma refilmagem americana feita para o público mediano de lá.
E na cultura de massa infanto-juvenil ocorre o mesmo: séries e animações européias e asiáticas só chegam aqui após parassarem por distribuidores dos EUA, e pior, o que vem para cá é geralmente uma versão já dublada em inglês, adaptada e cortada para nos padrões e filtros morais/sociais dos EUA.
Como em entretenimento quem manda é a cadeia de distribuição, como fugir disso? Se informando melhor, é a única saída.
Operadoras de telefonia oferecem planos 3G idênticos.
Comparando os planos de acesso 3G das maiores operadoras de telefonia móvel, notei essa incômoda coincidência: todas oferecem o mesmo serviço pelo mesmo preço.
As vedetes da Nokia são celulares parecidos... mas bem diferentes.
A Rosana Hermann estava em dúvida sobre comprar um novo celular com wifi e 3G, e sugeri o Nokia E90. Assim como ela, mais pessoas têm dúvida sobre qual o melhor: o E90 ou o N95.
Os dois modelos mais cobiçados da Nokia têm características muito parecidas tecnicamente, mas operacionalmente são para diferentes tipos de usuários. Ambos possuem 3G, wifi, CPUs rápidas e rodam programas S60 (Series 60 release 3) e Java.
O N95 é como um super celular multimídia, ideal para quem quer um aparelho compacto e poderoso, para ouvir música, assistir vídeos e jogar, ou seja, o aparelho para o grande público.
O E90 , (como já mostrado aqui no Contido) é o escritório e hometheatre de bolso, com suas duas telas, duas câmeras e teclado completo. O E90 é como um N95 sem touchscreen mas com mais recursos e bem maior.
Qual comprar? Se já está acostumado com os celulares convencionais, então irá se sentir bem mais à vontade com o N95. Mas se quer estar um nível acima, irá optar pelo E90, que fechado é um celular excelente e aberto é um notebook ótimo.
O E90 custa cerca de US$100 a mais, mas o N95 é mais fácil de comprar já que a Nokia ainda não entregou os E90 nas lojas brasileiras.
Quem ainda está satisfeito com o Windows XP não precisa migrar totalmente para o Windows Vista.
Windows Vista rodando no Windows XP SP1 com 1Gb de RAM
Virtualizadores e emuladores já existem há muitos anos. Eles permitem que um sistema possa ser usado dentro de outro diferente, como por exemplo rodar jogos de Playstation num PC. A diferença entre ambos é que os emuladores simulam um hardware completo, enquanto os virtualizadores apenas interceptam chamadas do sistema para gerar essa simulação.
Um dos primeiros virtualizadores a chamar atenção foi o lendário ShapeShifter, lançado em 1996, que permite até hoje que usuários de computadores Amiga usem simultaneamente programas de MacOS como num Apple Macintosh real, sem perda de performance e sem sair do AmigaOS.
No universo de PCs (incluindo os atuais Macintosh), demorou quase 10 anos para os virtualizadores atingirem a performance desejável e se tornarem até mesmo populares, como os favoritos VMWare, Parallels e VirtualPC.
Por isso hoje é simples poder rodar o Windows Vista, por exemplo, simultaneamente num PC rodando Linux Ubuntu (e vice-versa), ou Windows ao mesmo tempo que o MacOSX num Mac, sem precisar reiniciar o PC, sair do seu OS favorito, nem fazer boots múltiplos.
Há vários motivos (profissionais ou pessoais) para preferir (ou precisar) continuar usando outro sistema operacional que não seja o Vista, mesmo que seja uma versão mais antiga do próprio Windows.
Então vamos ao passo-a-passo para rodar legalmente o Windows Vista dentro do Windows XP SP1.
1) Do site da Microsoft, baixe o VirtualPC 2007 gratuito (30Mb).
4) Descompacte o Vista executando o arquivo "Vista.part01.exe"
5) Execute o arquivo "Vista.vmc" e pronto!
O passo-a-passo funciona em qualquer versão do Windows XP (SP1, SP2 e SP3), e é recomendável o PC ter ao menos 2Gb de RAM para poder ser alocado confortavelmente 1Gb para o Vista.
Experimente o Vista à vontade, e, se gostar ou precisar usá-lo ao final dos 30 dias de experiência, compre e seja feliz.
Antigas técnicas de impressão, quase perdidas nos dias de hoje.
Me lembro de três coisas da gráfica da UFRJ: era desorganizada, servia mal aos interesses da universidade e tinha uma antiga e maravilhosa máquina de linotipo na sala de entrada da administração!
Mesmo que processos antigos de impressão ainda possam produzir livros, até mesmo a custos menores, os fabricantes de impressoras e rotativas foram lentamente aposentando e varrendo para debaixo do tapete todas as outras tecnologias comercialmente inviáveis... do ponto de vista deles como fabricantes.
Nesse vídeo, vale relembrar como era até bem pouco atrás.